Nossa história
O Instituto Luiz Gama (ILG) desenvolve desde 2008 projetos importantes no Brasil e no exterior em parceria com organizações civis, comunidades quilombolas, universidades, empresas e organismos internacionais, atuando na promoção dos direitos humanos, sobretudo da população negra. Sediado no município de São Paulo–SP, o Instituto Luiz Gama é uma associação civil sem fins lucrativos, sem vinculações partidárias, que surgiu a partir da iniciativa coletiva de juristas, acadêmicos e integrantes de movimentos sociais com o objetivo de atuar em causas socialmente relevantes, com ênfase nas questões étnico-raciais e de minorias, de modo a promover a defesa e efetivação dos direitos humanos.
O patrono do Instituto, Luís Gonzaga Pinto da Gama, foi um consagrado intelectual, jornalista, poeta e jurista que atuou na defesa da causa abolicionista e advogou nos tribunais brasileiros, libertando centenas de negros da escravidão. Sua atuação em prol de uma sociedade mais justa e igualitária expressa os ideais do nosso Instituto, e nossa atuação é um tributo à memória e ao nome de Luiz Gama.
Dentre seus fundadores, destaca-se nosso primeiro presidente, Silvio Luiz de Almeida, advogado com formação acadêmica em Direito, Filosofia e Economia, professor e conferencista nas mais prestigiadas instituições de ensino do Brasil e do mundo, autor de diversos artigos científicos e livros, dentre os quais se destaca “Racismo Estrutural”, obra que figura entre as mais vendidas do Brasil e se tornou referência sobre a questão racial.
O Instituto Luiz Gama tem atuado ao longo dos anos em diversas frentes, dentre as quais se destacam: divulgação de informações e notícias por meio de seu site e redes sociais; produção de artigos científicos; participação em fóruns internacionais de direitos humanos da ONU; realização e apoio de cursos, palestras, exposições e consultorias por todo o Brasil de forma predominantemente gratuita ou com bolsas integrais e parciais; assistência jurídica gratuita para indivíduos e comunidades, sobretudo quilombolas.
Dentre seus fundadores, destaca-se nosso primeiro presidente, Silvio Luiz de Almeida, advogado com formação acadêmica em Direito, Filosofia e Economia, professor e conferencista nas mais prestigiadas instituições de ensino do Brasil e do mundo, autor de diversos artigos científicos e livros, dentre os quais se destaca “Racismo Estrutural”, obra que figura entre as mais vendidas do Brasil e se tornou referência sobre a questão racial.
O Instituto Luiz Gama tem atuado ao longo dos anos em diversas frentes, dentre as quais se destacam: divulgação de informações e notícias por meio de seu site e redes sociais; produção de artigos científicos; participação em fóruns internacionais de direitos humanos da ONU; realização e apoio de cursos, palestras, exposições e consultorias por todo o Brasil de forma predominantemente gratuita ou com bolsas integrais e parciais; assistência jurídica gratuita para indivíduos e comunidades, sobretudo quilombolas.
- Atuação internacional junto à ONU: realização da exposição “Atlântico Vermelho”, com 22 artistas afro-brasileiros na sede da Organização das Nações Unidas (ONU) em Genebra, juntamente com a ONG Paramar e o Instituto Guimarães Rosa; composição do Comitê de Assessoria do Conselho de Direitos Humanos da ONU por meio da diretora do Instituto Luiz Gama, Alessandra Devulsky; participação e organização de eventos no Fórum Permanente de Afrodescendentes da ONU em suas diversas edições para construção da Declaração de Direitos Humanos das Pessoas Afrodescendentes pela ONU; participação no Fórum de Direitos Humanos e Empresas da ONU.
- Ações de inclusão na esfera pública e privada: por meio do então presidente do ILG, Silvio Almeida, desde 2018, com a participação no Projeto “Incluir Direito” voltado para inserção de estudantes negros em escritórios de advocacia, organizado pelo Centro de Estudos das Sociedades de Advogados (CESA) juntamente com o Instituto Presbiteriano Mackenzie e a Universidade Presbiteriana Mackenzie; consultoria e participação para a Fundação Carlos Chagas na comissão de avaliação de candidatos declarados negros em concursos públicos; formulação e apresentação de proposta em audiências públicas para criação de cotas nos concursos da Defensoria Pública do Estado de São Paulo.
- Colaboração em projetos de lei: assessoria na elaboração do Projeto de Lei Estadual de São Paulo n.º 321/2012, que institui cotas étnico-raciais nas universidades públicas paulistas e nas FATECs em São Paulo; relatoria em 2021 da Comissão de Juristas destinada a avaliar e propor estratégias normativas com vistas ao aperfeiçoamento da legislação de combate ao racismo estrutural e institucional no país, criada pela Câmara dos Deputados da República Federativa do Brasil, por meio do presidente do ILG, Silvio Luiz de Almeida.
- Efetivação de políticas públicas para quilombolas: assessoria jurídica que resultou na criação da federação quilombola do Estado de São Paulo; consultoria e assessoria para comunidades quilombolas, que resultaram inclusive no recebimento de moção de congratulações da Câmara Municipal de Ubatuba pelo trabalho junto às comunidades quilombolas da região, bem como a “Salva de Prata”, honraria concedida pela Câmara Municipal do Município de São Paulo.
- Preservação da memória de Luiz Gama: liderança da iniciativa e organização de evento que resultou na concessão do título de advogado honorário para Luiz Gama pela Ordem dos Advogados do Brasil em 2015; participação na ação que resultou na criação da Sala “Luiz Gama” na tradicional Faculdade de Direito do Largo São Francisco (USP) em 2017 e na concessão do título de Doutor “Honoris Causa” pela Universidade de São Paulo (USP) a Luiz Gama em 2021; organização e apoio institucional da exposição fotográfica “Memorial Luiz Gama”, entre 2013 e 2023, juntamente com a Companhia Um de Teatro; apoio e divulgação de iniciativas à memória de Luiz Gama, dentre as quais a “Caminhada Luiz Gama” realizada anualmente na cidade de São Paulo, o filme “Doutor Gama” lançado em 2021, e os quadrinhos “Província Negra” (2019 e 2024) inspirados em Luiz Gama, roteirizados por Kaled Kanbour e ilustrados por Kris Zullo.
Nossa história
O Instituto Luiz Gama (ILG) desenvolve desde 2008 projetos importantes no Brasil e no exterior em parceria com organizações civis, comunidades quilombolas, universidades, empresas e organismos internacionais, atuando na promoção dos direitos humanos, sobretudo da população negra. Sediado no município de São Paulo–SP, o Instituto Luiz Gama é uma associação civil sem fins lucrativos, sem vinculações partidárias, que surgiu a partir da iniciativa coletiva de juristas, acadêmicos e integrantes de movimentos sociais com o objetivo de atuar em causas socialmente relevantes, com ênfase nas questões étnico-raciais e de minorias, de modo a promover a defesa e efetivação dos direitos humanos.
O patrono do Instituto, Luís Gonzaga Pinto da Gama, foi um consagrado intelectual, jornalista, poeta e jurista que atuou na defesa da causa abolicionista e advogou nos tribunais brasileiros, libertando centenas de negros da escravidão. Sua atuação em prol de uma sociedade mais justa e igualitária expressa os ideais do nosso Instituto, e nossa atuação é um tributo à memória e ao nome de Luiz Gama.
Dentre seus fundadores, destaca-se nosso primeiro presidente, Silvio Luiz de Almeida, advogado com formação acadêmica em Direito, Filosofia e Economia, professor e conferencista nas mais prestigiadas instituições de ensino do Brasil e do mundo, autor de diversos artigos científicos e livros, dentre os quais se destaca “Racismo Estrutural”, obra que figura entre as mais vendidas do Brasil e se tornou referência sobre a questão racial.
O Instituto Luiz Gama tem atuado ao longo dos anos em diversas frentes, dentre as quais se destacam: divulgação de informações e notícias por meio de seu site e redes sociais; produção de artigos científicos; participação em fóruns internacionais de direitos humanos da ONU; realização e apoio de cursos, palestras, exposições e consultorias por todo o Brasil de forma predominantemente gratuita ou com bolsas integrais e parciais; assistência jurídica gratuita para indivíduos e comunidades, sobretudo quilombolas.
Dentre seus fundadores, destaca-se nosso primeiro presidente, Silvio Luiz de Almeida, advogado com formação acadêmica em Direito, Filosofia e Economia, professor e conferencista nas mais prestigiadas instituições de ensino do Brasil e do mundo, autor de diversos artigos científicos e livros, dentre os quais se destaca “Racismo Estrutural”, obra que figura entre as mais vendidas do Brasil e se tornou referência sobre a questão racial.
O Instituto Luiz Gama tem atuado ao longo dos anos em diversas frentes, dentre as quais se destacam: divulgação de informações e notícias por meio de seu site e redes sociais; produção de artigos científicos; participação em fóruns internacionais de direitos humanos da ONU; realização e apoio de cursos, palestras, exposições e consultorias por todo o Brasil de forma predominantemente gratuita ou com bolsas integrais e parciais; assistência jurídica gratuita para indivíduos e comunidades, sobretudo quilombolas.
- Atuação internacional junto à ONU: realização da exposição “Atlântico Vermelho”, com 22 artistas afro-brasileiros na sede da Organização das Nações Unidas (ONU) em Genebra, juntamente com a ONG Paramar e o Instituto Guimarães Rosa; composição do Comitê de Assessoria do Conselho de Direitos Humanos da ONU por meio da diretora do Instituto Luiz Gama, Alessandra Devulsky; participação e organização de eventos no Fórum Permanente de Afrodescendentes da ONU em suas diversas edições para construção da Declaração de Direitos Humanos das Pessoas Afrodescendentes pela ONU; participação no Fórum de Direitos Humanos e Empresas da ONU.
- Ações de inclusão na esfera pública e privada: por meio do então presidente do ILG, Silvio Almeida, desde 2018, com a participação no Projeto “Incluir Direito” voltado para inserção de estudantes negros em escritórios de advocacia, organizado pelo Centro de Estudos das Sociedades de Advogados (CESA) juntamente com o Instituto Presbiteriano Mackenzie e a Universidade Presbiteriana Mackenzie; consultoria e participação para a Fundação Carlos Chagas na comissão de avaliação de candidatos declarados negros em concursos públicos; formulação e apresentação de proposta em audiências públicas para criação de cotas nos concursos da Defensoria Pública do Estado de São Paulo.
- Colaboração em projetos de lei: assessoria na elaboração do Projeto de Lei Estadual de São Paulo n.º 321/2012, que institui cotas étnico-raciais nas universidades públicas paulistas e nas FATECs em São Paulo; relatoria em 2021 da Comissão de Juristas destinada a avaliar e propor estratégias normativas com vistas ao aperfeiçoamento da legislação de combate ao racismo estrutural e institucional no país, criada pela Câmara dos Deputados da República Federativa do Brasil, por meio do presidente do ILG, Silvio Luiz de Almeida.
- Efetivação de políticas públicas para quilombolas: assessoria jurídica que resultou na criação da federação quilombola do Estado de São Paulo; consultoria e assessoria para comunidades quilombolas, que resultaram inclusive no recebimento de moção de congratulações da Câmara Municipal de Ubatuba pelo trabalho junto às comunidades quilombolas da região, bem como a “Salva de Prata”, honraria concedida pela Câmara Municipal do Município de São Paulo.
- Preservação da memória de Luiz Gama: liderança da iniciativa e organização de evento que resultou na concessão do título de advogado honorário para Luiz Gama pela Ordem dos Advogados do Brasil em 2015; participação na ação que resultou na criação da Sala “Luiz Gama” na tradicional Faculdade de Direito do Largo São Francisco (USP) em 2017 e na concessão do título de Doutor “Honoris Causa” pela Universidade de São Paulo (USP) a Luiz Gama em 2021; organização e apoio institucional da exposição fotográfica “Memorial Luiz Gama”, entre 2013 e 2023, juntamente com a Companhia Um de Teatro; apoio e divulgação de iniciativas à memória de Luiz Gama, dentre as quais a “Caminhada Luiz Gama” realizada anualmente na cidade de São Paulo, o filme “Doutor Gama” lançado em 2021, e os quadrinhos “Província Negra” (2019 e 2024) inspirados em Luiz Gama, roteirizados por Kaled Kanbour e ilustrados por Kris Zullo.